Fundo DI: o investimento preferido do brasileiro

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Entre tantas opções oferecidas pelo setor financeiro, o fundo DI é o investimento preferido dos brasileiros. Afinal, ele oferece baixíssimo risco, não é necessário dispor de um valor alto e é mais simples que outras aplicações.

Também conhecido como Fundo de Renda Fixa Referenciados DI, é considerado o tipo mais seguro disponível no mercado atualmente.

O post de hoje vai fazer você compreender o que é este conceito e por que ele é fundamental para o desenvolvimento do nosso país. Acompanhe!

O que são Fundos DI?

Os fundos DI são pré-fixados, ou seja, a rentabilidade varia de acordo com o aumento ou diminuição da Selic, aquela taxa básica da economia que é referência para todos os tipos de juros.

Eles empregam no mínimo 95% do patrimônio nos títulos públicos federais do Tesouro Direto ou em outros privados que não sejam arriscados. Os 5% que restam podem ser direcionados para títulos dos Fundos de Curto Prazo, mas não é algo comum em virtude da crise econômica brasileira.

Vantagens

Uma das principais vantagens deste investimento é a liquidez diária – é permitido fazer um resgate a qualquer momento. Portanto, é interessante para quem deseja ter estabilidade, considerando possíveis imprevistos ou emergências. Mas é importante ficar atento às regras para a retirada que modificam segundo cada contrato.

Além disso, estes títulos rendem 100% da Selic e se aproximam dos 100% do CDI (Certificados de Depósito Interbancário). Assim, é praticamente impossível perder dinheiro nesta aplicação.

Desvantagens

Apesar de ser permitido iniciar com um capital baixo, alguns bancos ou corretoras se “aproveitam” da situação para cobrar taxas administrativas elevadas.

Segundo dados da Associação Nacional das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), o encargo médio cobrado é de 1,03% ao ano. Porém, é possível encontrar empresas que cobram até 4%.

Também deve ser levado em consideração que o Imposto de Renda incide sobre o fundo DI, conforme o vencimento e o cliente paga a tributação quando vai fazer um resgate.

Diferentemente de outros investimentos, como CDBs, LCIs e LCAs, este investimento não é protegido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC). Mas, se o banco falir, o seu montante estará garantido, já que o patrimônio do fundo fica separado do patrimônio da instituição financeira.

Fundos DI x Poupança

Se você acompanha a evolução do mercado, já deve estar ciente de que guardar dinheiro em poupança não é um bom negócio, pois ela rende somente 6,17% ao ano (0,5% ao mês).

Já os fundos DI acompanham a Selic, que atualmente está em torno de 13% por ano. O ganho é mais que o dobro. Interessante, não é mesmo? Além disso, ainda possui a liquidez diária.

Perfil de investidor

Se mesmo diante destas informações, você ainda não sabe se deve ou não aplicar em fundos DI, temos uma ótima dica! Descubra qual é o seu perfil de investimento: conservador, moderado ou arrojado.

O modelo conservador é aquele que não aposta em estratégias muito arriscadas e são extremamente disciplinados, preferem ter uma rentabilidade menor, porém com maior segurança.

Já o perfil moderado é a pessoa que diversifica os recursos, mas com muita cautela e de forma racional. E, se os objetivos não forem alcançados, pode rever a estratégia.

Os clientes arrojados são aqueles que apostam no risco como forma de lucratividade, contudo possuem conhecimento técnico e muito estudo.

Os fundos DI são fortemente influenciados pela taxa Selic, que é um encargo que move a economia brasileira. Por isso, é considerado o investimento mais seguro e extremamente atraente.

E você, já aplica em fundos DI? Queria saber um pouco mais sobre o assunto? Aproveite e deixe seu comentário aqui!