5 dicas para escolher uma previdência privada

Tempo de leitura: 2 minutos

Todo mundo sonha em ter uma boa aposentadoria. Atualmente, a previdência privada é uma das pontes para se realizar.

Afinal, foi-se o tempo em que a previdência social era a única forma de se ter um futuro tranquilo. É preciso buscar alternativas para garantir o sossego que todo mundo precisa.

Mas por onde começar?

Nesse post, apresentamos algumas dicas para você dar o ponta pé inicial na escolha da sua previdência privada.

1. Comece sua previdência privada cedo

Não existe uma idade certa para começar o seu plano de previdência privada. Mas quanto mais cedo, melhor. A matemática é simples: com mais tempo de contribuição, você pode ter uma aposentadoria mais gorda.

Considerando juros anual em média de 6% do período acumulado e uma aposentadoria aos 65 anos, uma pessoa que começou a contribuir com 20 anos, terá 4 vezes mais o valor de quem começou com 40.

2. Escolha o plano

A escolha do plano de previdência privada é o fator mais importante. São os famosos PGBL e VGBL. Uma boa dica é tomar sua decisão a partir do modelo da sua declaração de imposto de renda.

PGBL: O Plano Gerador de Benefícios Livres permite diminuir até 12% da renda bruta tributável na declaração de IR anual, ou seja, do salário fixo. Ele é indicado para quem usa o modelo completo de declaração de Imposto de Renda.

VGBL: O Vida Gerador de Benefícios Livres é ideal para quem declara pelo modelo simplificado do IR ou é isento. Apesar de não oferecer o benefício de diminuir até 12%, o imposto na hora do resgate ou recebimento da renda incide apenas sobre os rendimentos – as contribuições não são tributadas.

3. Defina a tributação

Existem duas formas de tributação: a progressiva e a regressiva. Para escolher entre uma delas, é importante definir quando você pretende utilizar o dinheiro.

Progressiva: se você for utilizar os recursos a curto prazo ou não tem um planejamento financeiro definido, essa pode ser a melhor opção. A tributação acontece em duas etapas.

Regressiva: se você acumula recursos por dez anos ou mais, essa pode ser a melhor opção. Quanto mais tempo no plano, menor será a alíquota do Imposto de Renda no momento do resgate único ou do recebimento da renda.

4. Perfil de investidor

Existem planos de previdência privada para diferentes perfis de investidores: mais conservadores ou agressivos. Você pode, também, mudar o foco ao longo da vida, escolhendo fundos mais agressivos no início e mais conservadores com o tempo.

Agressivo: indicado para investidores mais jovens, com tempo para recuperar ganhos, caso a rentabilidade do fundo for baixa por mudanças do mercado. O gestor desse fundo investe em renda fixa e variável como, por exemplo, ações.

Conservador: indicado para investidores mais velhos e que têm menos tempo para recuperar perdas. O gestor desse fundo investe em títulos públicos ou privados de renda fixa.

5. Atenção às taxas de carregamento

A taxa de carregamento é o valor cobrado a cada aporte, para que a seguradora ou o banco cubram certas despesas, como a corretagem.

Ela será cobrada durante alguns anos. Por isso, faça uma pesquisa minuciosa sobre os produtos oferecidos. Em alguns casos, é possível zerar a taxa de carregamento aumentando o depósito inicial ou fazendo aportes mensais maiores.

O plano de previdência privada é para a vida. Por isso, é preciso cuidado e atenção na hora de escolher.

Ficou alguma dúvida? Deixe nos comentários que vamos ajudar você.